Mostrando postagens com marcador redes sociais. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador redes sociais. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 20 de maio de 2014

Você se sente seguro nas redes sociais!?

Homem que teve dados divulgados sem permissão em aplicativo será indenizado 

A 8ª Vara Cível de São Bernardo do Campo condenou duas empresas controladoras de redes sociais a indenizarem um internauta por danos morais, no valor de R$ 20 mil. A decisão é do juiz Gustavo Dall’Olio.
O autor da ação relatou que teve seu perfil do Facebook captado sem autorização e utilizado em um aplicativo em que mulheres dão notas e opiniões anônimas sobre a performance sexual de homens, chamado Lulu. Ele teria recebido menções ofensivas, o que se traduziria em bullying virtual, e por isso requereu indenização.
Em defesa, o Facebook alegou que seus usuários, quando se cadastraram, anuíram expressamente quanto ao compartilhamento de dados públicos, como lista de contatos, nome e fotografia do perfil, o que o isentaria de qualquer infração contratual ou legal, e também apontou a culpa exclusiva da outra rede, que, citada, não ofereceu resposta. Uma terceira empresa, que hospeda o site do aplicativo Lulu, argumentou que não teria vínculo nem participação na administração do dados postados pelas usuárias.
Para o magistrado, a conduta do Facebook e Lulu não foi apenas ilícita e abusiva, mas também violadora de aspectos da personalidade humana, o que enseja a reparação pleiteada. No entanto, isentou a provedora de domínio de qualquer responsabilidade na demanda, por não dispor de meios de controle prévio sobre o conteúdo veiculado por terceiro.
“Logo, o Facebook, ao participar, ativa e decisivamente, da inserção de produto/serviço no mercado de consumo, mediante entrega de perfis e informações de usuários da rede social ao aplicativo Lulu, é solidariamente responsável por danos causados ao consumidor”, anotou em sentença.
“Dizer que os usuários – e há prova de que o autor o é – anuíram aos termos e condições de uso do site, cedendo, voluntariamente, imagens e informações de listas de contatos, não autoriza o fornecedor a usá-las economicamente de modo a violar a intimidade, a vida privada, a honra e a imagem das pessoas, direito individual fundamental, sendo-lhes assegurado o direito a indenização pelo dano material ou moral decorrente de sua violação.”
Cabe recurso da decisão.

Comunicação Social TJSP – MR (texto) / internet (foto ilustrativa) imprensatj@tjsp.jus.br 
Fonte: JusBrasil 

segunda-feira, 31 de dezembro de 2012

Uma cutucada para os usuários do Facebook

As redes sociais são um meio de se "conectar" as outras pessoas na internet. 

Uma pesquisa realizada nos EUA, mostra que 89% e 88% dos usuários utilizam as redes sociais para manter contato com a família e com os amigos. 
Mas, quando estamos nos interagindo virtualmente, somos realmente quem somos? Fotos felizes, pensamentos filosóficos e curtidas fazem parte da maioria dos perfis dos usuários do Facebook. Fingem ter uma vida na qual não tem e com isso, muitas vezes, as falsas interações sociais dificultam o desenvolvimento e as interações reais. 

Para a psicologia sócio-histórico, as interações sociais permitem pensar um ser humano em constante construção e transformação que, mediante interações sociais, conquistam novos significados a vida em sociedade. 
Mas afinal, qual o significado de falsas interações virtuais para a nossa vida em sociedade? Neste contexto surge a linguagem que para Vygostky é fundamental para a construção de nossas formas de pensar e agir. Ela também possui esse significado para o Facebook, porém serve mais como uma forma de nos expormos e fingirmos sermos quem são somos. Um exemplo do bom uso das redes sociais é o caso da estudante Isadora Faber, de 13 anos, que criou uma página no Facebook chamada Diário de classe. Nesta página, Isadora relatou todos os problemas que a sua escola vinha enfrentando e conseguiu mobilizar muitos usuários. Através deste exemplo, podemos ver que podemos utilizar as redes sociais para construir relações que podem ser muito úteis para a nossa vida e principalmente para a educação. 

Por Jakeline de Oliveira Ramos 
Licenciatura em Química - IFG Câmpus Anápolis jakelinedeoliveira123@hotmail.com

segunda-feira, 5 de novembro de 2012

Pensem nos termos que utilizamos nas redes sociais...


Curti
Comentar
Adicionar como amigo
Cutucar
Seguir
Seguindo
e tantos outros

Será que você realmente tem  tantos amigos como demonstra nas suas redes sociais?



quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012

Redes Sociais e Escola: Proibir!? Penso que não.

Vídeo que fala um pouco sobre proibir ou não o uso das redes sociais em comunicação com a escola. Infelizmente a gravação não é das melhores, mas dá para entender a mensagem. 

Por Profa. Ms. Cláudia Helena dos Santos Araújo 
Doutoranda em Educação - PUC/Goiás
Editora do blog


quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

Redes sociais na Internet, crianças e jovens

A prática de educação quer dizer ao educador que ele precisa, diante dos discursos de crianças e jovens, buscar produzir novos sentidos, para então a partir de todo o estranhamento que tais discursos causam, levar o acontecimento à uma experiência, ou seja, a algo que nos acontece. 
Isso conduz à uma passagem pela memória, pelas tradições e pelas escritas. Em tempos de sociedade em rede (CASTELLS, 2005), às vezes ocorre a nítida impressão que nossas escolas estão em um território, e os jovens “estão em outra” como afirma Babin e Kouloumdjian (1989, p.7), estão em outro território. É necessário criar vínculos entre a escola, os jovens e a era virtual bem como adequar o currículo escolar para estabelecer uma ligação entre a educação e a comunicação da escola, entre a educação e a comunicação do mundo virtual da Internet e mídias.
Quando se fala em mídias, ressalta-se uma cena no filme “Sociedade dos Poetas Mortos”, dirigido por Peter Weir, em que o professor começa a rasgar a página de um livro e diz aos seus alunos para fazerem o mesmo. A princípio, essa cena pode causar estranhamento aos educadores, entretanto, é esse estranhamento que leva à produção de novos sentidos, à construção de novos significados, à preservação da memória e das tradições arraigadas no seio de nossa cultura.
As redes sociais, em particular, o Orkut e o Facebook, no início (ou até hoje), causaram esse estranhamento. A escola, espaço da educação formal, até mesmo sentiu-se ofendida com as transgressões dos jovens no espaço da Internet. O que não se permitia na escola, se concretizava nas mídias, surgindo comunidades no Orkut como “Eu odeio meu professor”; “Escola ou Presídio”; “Eu amo minha escola”, entre outras.
Esse estranhamento à escrita dos alunos nas mídias pode levar o educador à dimensão do desejo, ou seja, o desejo de avançar nas singularidades dos alunos em sua construção do conhecimento durante o ato educativo. Isso pode significar a possibilidade do educador se surpreender e produzir o estranhamento sobre os objetos, possibilitando a criação/construção de conhecimentos de seus alunos.

Por Cláudia Helena dos Santos Araújo

quinta-feira, 15 de setembro de 2011

E por falar em redes sociais...

E por falar em culturas juvenis associada às redes sociais deixo aqui um texto meu que foi publicado na Revista Educação & Mudança.

O texto trata sobre como a escola se situa em tempos de orkut e msn. Situa a escola ainda no tempo histórico da era da informação, tendo em vista o fenômeno da desterritorialização provocado pela Internet e sociedade em rede bem como as práticas pedagógicas que emergem dos processos educativos e comunicativos.

Uma das compreensões apreendidas a partir das visitas nas comunidades no orkut foi justamente sobre a imagem que os alunos constroem dos professores manifestado nesse site de relacionamento. Eles desabafam sobre sua idealização de como seria o professor ideal e como o professor não corresponde ao perfil traçado pelos alunos.

Existem várias comunidades no orkut que são construções simbólicas do pensamento de milhares de alunos que expressam sua indignação em sua linguagem própria.




Profa. Cláudia Helena dos Santos Araújo
Doutoranda em Educação - PUC-Goiás

quarta-feira, 10 de agosto de 2011

Membros do Anonymous planejam destruir FB


Parte do grupo hacker Anonymous planeja um ataque a fim de minar o Facebook da web. O ataque seria mais um passo para a consolidação de uma nova rede social, a Anon+, criada pelo grupo.
Em um vídeo publicado no YouTube, o grupo declara: 
“Queremos chamar sua atenção. Os meios de comunicação os quais todos vocês adoram serão destruídos. Se você é um hacktivista ou alguém disposto a proteger sua liberdade de informação, junte se à causa e ajude a matar o Facebook em nome de sua própria privacidade”. 
O vídeo foi publicado no YouTube no dia 16 de julho e nomeia a ofensiva, agendada para o dia 5 de novembro, como operação Facebook.
Leia mais em notícias info
 






segunda-feira, 18 de julho de 2011

O lado perigoso das redes sociais



Essa matéria foi publicada na Revista INFO desse mês. 
O tema é tão interessante que resolvi escrever um pouco sobre ele aqui no blog e trazer a questão das mídias sociais. Trata-se do lado perigoso das redes sociais. 
Usamos, hoje, de forma desordenada, sem analisar as consequências para a vida pessoal e profissional. Em muito casos, há quem tente viver uma "vida paralela" como espécie de fuga dos problemas e da vida real. Apesar que é complicado fazer distinções entre o que é real e o que é virtual.
Só que, atualmente, suas mensagens em facebook e twitter, entre outras, são observadas por todos. Desse modo, pessoas não tão íntimas podem estar te observando bem como outros (em seu ambiente profissional). Parece incrível pensar que trata-se de uma liberdade entre aspas na Internet, de uma democracia "falsa", mas a verdade é que, muitas vezes, postamos fotos de nossos momentos de lazer, família, amigos, contamos o que nem todos precisam saber e isso tudo ESTÁ SENDO OBSERVADO. 
As redes sociais representam um espaço aberto para infinitos objetivos, mas desde que usado com cautela. 

Leiam um pouco da matéria publicada na INFO